Da nebulosidade inicial, o Homem limpa os olhos, descobre o silêncio, caminha para o dia em direção à luz. O sagrado não se oculta, está em si, nele, no Homem, à procura da claridade que decorre por entre as mãos.
Do obscuro saber, o mito esmaga a exterioridade, leva o Homem à viagem interior, onde as cores revelam a presença do sagrado que se esmagam no encontro da sensibilidade, no ventre.
Da coisificação absurda, rodeante, o Homem projeta no universo, na tela, a desordem onírica, que espera, necessita, do olho, da água, da lágrima que dá ordem, sentido.
Na inquietude individual, o artista, o pintor, olha o mito, agarra a cabeça, mergulha nas cores, limpa os olhos, desvela a vida.
A Vida...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ai as minhas folhas!!!!

 
A Alícia só quer amigas em casa para brincar...tem que entender que durante a semana não pode ser!!!!
Para a calar da choradeira tive que inventar uma atividade....
vamos formar palavras com as letras...
o meu quarto parece uma sala de JI
Parece que o João Pestana está a chegar...:)

2 comentários:

Unknown disse...

Junta o útil ao agradável. rsrsrs
Um forte abraço.

Sílvia Mota Lopes disse...

Um abraço também para ti:)
logo a seguir veio o João pestana e adormeceu... o choro já era o sono:)